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  • Foto do escritorRodolfo Brenner

#41 - Relatos dos Ouvintes | ESPECIAL DE HALLOWEEN

Nesse especial de Halloween, trouxemos o Chris do podcast Toda Sexta-Feira é 13 para ler as histórias arrepiantes que nossos ouvintes mandaram para nós. Ficou com medo? Aproveita para passar no podcast dele e ficar ainda mais!


Essa é a versão escrita do episódio #41 - Relatos dos Ouvintes:



• O FANTASMA DO MEU PRIMO: Olá, me chamo Vanessa e tenho uma história bem interessante que aconteceu com minha família. Eu passei um tempo em Minas Gerais durante o período da minha gestação até o segundo ano da minha filha, minha família era toda de são Paulo então minha filha não teve contato com praticamente ninguém, somente com meus pais mesmo. Eu tinha um primo que éramos muito apegados um ao outro, ele era um garoto do bem, era da igreja então sempre participava de eventos. Na ida de um desses eventos ele foi assaltado e durante o assalto foi baleado no pescoço e faleceu 12 horas depois. Esse acontecido foi de manhã, porém eu estava trabalhando então não fiquei sabendo na hora do fato.

Nesse dia eu fui para casa almoçar, e minha filha estava lá com minha sogra, eu estava na mesa e ela veio correndo e me disse "mamãe tem um homem no portão" eu perguntei quem era e ela respondeu "não sei mamãe, ele tá dodói no pescoço" Eu imediatamente fui ao portão e não tinha ninguém. Então voltei para o trabalho, 2 horas depois minha mãe me ligou contando do fato, algumas horas depois ele faleceu. O pai dele sofreu muito com isso, um ano depois ele descobriu que tinha um câncer em estado avançado, então ele passou um longo período internado, a esposa dele nos contou que no dia que ele veio a falecer ele disse para ela "quem são essas pessoas de branco aqui no quarto?" ela responde que não tinha ninguém lá, então ele disse "meu filho tá aqui, então tá tudo bem" e não falou mais nada, algumas horas depois ele morreu.

Já se passaram 3 anos de tudo isso, porém esse ano aconteceu uma coisa bem peculiar: meu pai estava voltando do trabalho, e ao descer do ônibus um rapaz de touca passou bem perto dele, ele se assustou e me disse que sentiu que conhecia o rapaz e ficou olhando pra ver se conseguia ver o rosto dele. O rapaz atravessou a avenida Paulista e quando chegou ao outro lado ele virou para o meu pai e sorriu, e meu pai jura de pé junto que esse rapaz era o meu falecido primo, ele me ligou chorando e contou o que tinha visto. Bom esse foi o meu relato, espero que tenham gostado. Amo o podcast de vocês, um beijão.

• A MULHER NA CHÁCARA: Olá pessoal do podcast, meu nome é Adriano, e meu relato aconteceu nos anos 80. Eu morava em Porto Alegre, mas sempre passava as férias na chácara dos meus avós, que ficava em São Miguel das Missões, interior do Rio Grande do Sul. Naquele ano eu estava na chácara com meu primo Ronaldo e minha irmã mais nova, a Suzana. Era de noite, nós estávamos nos preparando para dormir, eu e o Ronaldo dividíamos em quarto, enquanto minha irmã dormia no quarto dos meus avós, que ficava no sótão. De repente, minha irmã apareceu na porta e disse que tinha visto algo estranho pela janela, e chamou a gente para ver.

Minha avó já estava dormindo, enquanto meu avô estava ouvindo rádio na sala, então fomos bem devagarinho até a janela. Minha irmã apontou para perto de uma árvore, e nós vimos uma mulher alta, com cabelo bem escuro e andando de 4 pelo campo. Falei pra minha irmã acordar minha vó e dizer que tinha uma mulher no terreno. Minha vó levantou no susto e correu pra janela, e ela também viu. Ela começou a gritar pro meu avô vir, falando que tinha uma pessoa no terreno. A mulher misteriosa se assustou com os gritos da minha vó, olhou para nós na janela, ficou de pé e saiu correndo.

Nas semanas depois, essa mulher foi vista em outras chácaras, sempre a noite, correndo de pé ou andando de 4, sempre fugindo. Depois de um tempo ela desapareceu e nunca mais foi vista. Será que era uma pessoa de verdade ou era um fantasma? Bom, esse foi o meu relato, espero que tenham gostado.

• O ESPELHO: Olá, meu nome é Jordana, tenho 20 anos e moro em São Paulo. Quando eu era criança, nos mudamos para um apartamento que ficava no centro da cidade, na região da Luz. O apartamento tinha sido do meu avô, então era super antigo. Minha mãe trabalhava no esquema 24-48, então quando ela não estava em casa eu ficava na casa de uma vizinha, uma mulher solteira que tinha uma filha da minha idade chamada Marina. Essa vizinha se chamava Lorena e me tratava muito bem, parecia alguém da minha família. No apartamento dela, no corredor que separava os quartos, havia um espelho enorme, daqueles antigos, com moldura de metal. Ele não era feio, ao contrário disso, mas tinha um ar sombrio, parecia que trazia uma energia meio pesada para o resto do ambiente.

Uma tarde que eu estava na casa das vizinhas, eu e a Marina estávamos brincando de salão de beleza, então colocamos uma cadeira na frente do espelho para fingir que era a cadeira de cortar o cabelo. De repente, sem nem a gente encostar nele, o espelho caiu da parede, e a gente saiu correndo. A Lorena veio ver o que tinha acontecido e perguntou se a gente tinha se machucado, mas não tinha acontecido nada, nem com a gente, nem com o espelho.

Nos dias que eu estava em casa com a minha mãe, começamos a ouvir alguns gritos femininos vindos do apartamento da Lorena. Teve uma tarde que nós ouvimos vários gritos seguidos. Batemos na porta, mas ninguém atendeu. Minha mãe chamou o porteiro, ele também ouviu e bateu na porta. Ele resolveu abrir o apartamento com a chave reserva, mas no momento que ele abriu, os gritos pararam. Ele entrou no apartamento e constatou que realmente não havia ninguém lá. O porteiro contou pra minha mãe que relatou o que tinha acontecido para a Lorena, ela pediu desculpas e disse que não sabia o que tinha acontecido.

Em uma outra noite, acordamos com a Lorena batendo na porta. Era mais ou menos 2 da manhã. Meu pai foi atender e ela contou que tinha alguém no seu apartamento. Ele foi até lá com uma faca de churrasco, olhou por tudo, mas não tinha ninguém lá. Quando ele estava saindo de um dos quartos, ele passou na frente do espelho. Ele disse que viu pelo reflexo uma sombra enorme, bem no meio do espelho. Ele continuou andando e viu que a sombra não se movia. Então ele parou e ficou olhando, segundo ele para entender como aquilo estava acontecendo. De repente, ele disse que a sombra saiu do espelho como um vulto e desapareceu nas sombras do apartamento. Meu pai saiu correndo de lá, e disse para todos entrarem no nosso apartamento.

Minha mãe colocou eu e a Marina pra dormir no meu quarto, mas nós ficamos acordadas ouvindo meu pai contar o que tinha acontecido. Minha família sempre foi católica, mas minha mãe era bem espiritualista, acreditava em várias coisas, então ela disse que chamaria um amigo dela que era médium para ir até o apartamento. Esse homem foi até lá, entrou na casa, e sem ninguém dizer nada, ele perguntou se aquele espelho tinha sido um presente. A Lorena respondeu que sim, então ele disse que alguém tinha feito um trabalho naquele objeto, com o objetivo de arruinar a vida dela.

A Lorena contou pro médium e pra minha mãe que o espelho tinha sido presente da sua irmã quando ela fez um chá de casa nova. Ela disse que as duas não se davam muito bem, e que a irmã tinha ficado furiosa quando ela herdou o apartamento. O médium fez algumas orações na casa e levou o espelho embora. Lorena cortou qualquer laço com a irmã e aquilo que estava no espelho nunca mais apareceu.

• AJUDA: Olá, o que vou relatar aconteceu comigo e com mais 11 pessoas no estado da Bahia. Estudo na UFBA, mas moro em outra cidade, então ia e voltava de van para a universidade com essas outras pessoas, todos estudantes. O motorista da van era um homem de mais ou menos 50 anos, muito simpático com todos nós. Naquele dia a ida foi normal. Na volta, esperamos no ponto de encontro, entramos na van e seguimos viagem. Eu sempre volto ouvindo música ou conversando com os outros, mas naquele dia eu estava meio estático, parecia um gato assustado, com medo e atento a tudo.

Na metade do caminho, nossa van capotou. Esse momento durou pouquíssimos segundos, mas pareceu uma eternidade lá dentro, nós terminamos de ponta cabeça. Nós estávamos em uma estrada um pouco longe de tudo e não havia casas por perto. De repente, alguém abriu a porta e disse que era policial, e que estava ali para ajudar. Ele começou a tirar a gente, um por um. Quase todos os passageiros estavam bem, com apenas alguns arranhões, mas uma mulher disse que tinha quebrado o braço.

Apesar de ser noite, consegui ver que ele tinha o cabelo escuro e pele morena. Ele não disse o seu nome em nenhum momento, eu também não vi se estava escrito na farda. Ele pediu meu celular para chamar uma ambulância para o motorista. Enquanto isso, ele retirou o motorista da van e começou a fazer os procedimentos de primeiros socorros nele, mas sem sucesso. Depois de um tempo ele disse que o motorista tinha tido um ataque cardíaco, e por isso bateu a van.

A ambulância chegou e começou a fazer atendimentos no motorista e na mulher que tinha quebrado o braço, e eles constataram que o motorista realmente estava morto. Nessa hora eu procurei o policial para ele falar com os socorristas, mas esse homem não estava em lugar nenhum. Outros passageiros também procuraram, mas era como se ele tivesse desaparecido. No outro dia eu fui para o hospital do meu plano de saúde e fiz alguns exames só para constatar que não tinha nada de errado, e felizmente não tinha. Nós todos fomos no velório do motorista, e a viúva dele disse que tinha sido um ataque cardíaco. Lembro de ter conversando com um colega da van, e ele me perguntou: como aquele policial sabia do que ele tinha morrido?

• MILAGRE: Bom dia Rodolfo e Patricia! Meu nome é Tatiana, tenho 39 anos, sou paulistana e mamãe solo do Daniel de 11 anos. Não sei bem se a história que tenho se enquadra em sobrenatural, porque minha família a classifica como um "milagre". Minha família é composta por meu pai Orli, minha mãe Sueli e meus irmãos Kiko e Jorge. O ano era de 1983 e morávamos em uma dessas casas que ficam na parte superior de um comércio, ou seja, essas casas que possuem uma escadaria enorme. Então era assim: porta da rua, escadaria, um grande corredor que ligava a cozinha, quartos, banheiro e a sala ao fundo.

Meus irmãos com 8 e 4 anos respectivamente, eram instruídos a manter um portãozinho no corredor um pouco antes da escada sempre fechado, porque eu, então com 6 meses e meio, ficava em um andador (e aqui vocês podem pensar que eu era muito pequena para isso, mas não) e apesar de ainda não saber andar, quando pegava impulso com minhas perninhas ia longe!

Pois bem, era um fim de semana, minha mãe fazia o almoço, meu pai fazia algum conserto no banheiro e meus irmãos estavam brincando em algum lugar - quando minha mãe vê pelo canto do olho eu e meu andador passar em sentido a escada e um barulho horrível de metal rolando escada abaixo. Minha mãe disse que só conseguiu gritar por meu pai - que correu para a escada - mas que ela ficou paralisada com o medo do que iria encontrar, até porque eu não fiz nenhum som.

Nesse pequeno espaço de tempo, todos os tipos de pensamentos horríveis passaram pela mente dela. Meu pai chamou por ela "Sueli vem aqui!" e ela já chorando desesperada, respondia "Não, eu não quero ver!" já pensando o pior. Foi preciso meu pai gritar 3x e eu começar a chorar, para minha mãe conseguir sair do lugar e ir até a ponta da escada, tomar coragem e olhar a cena: Meu pai estava agachado no quarto degrau (de cima para baixo) com as mãos na lateral do terceiro degrau onde eu estava deitada sem absolutamente um arranhão.

Meu pai disse que me encontrou deitada no terceiro degrau apenas quietinha e olhando para cima e que por ser um bebê gordinho, estava com a minha lateral para fora do degrau e por isso ele me pulou e colocou as mãos com a palma para fora para que eu não caísse. Fez aquilo porque não estava acreditando e queria mostrar a minha mãe como me encontrou. O andador estava lá no início da escada em um emaranhado torto de rolar a escada abaixo. Foi como se alguém tivesse me tirado do andador e me colocado sob o degrau.

Até hoje meus pais contam essa história e não sabem dizer o que aconteceu, como eu consegui estar daquela maneira sem nem um machucado e descrevem como um milagre. Hoje quando menciono essa história para as pessoas, elas chegam a se arrepiar Fica a questão se foi algum espírito protetor, anjo da guarda, uma força maior ou se realmente não era a minha hora ainda, enfim... perguntas sem respostas.

É isso, espero que meu relato possa ser aproveitado! Gosto muito do Podcast e Rodolfo, sua voz tem algo que me acalma - tanto que gosto de ouvir os episódios após um dia estressante de trabalho e agradeço por isso! Abraços e sucesso para vocês!

• OVNI DE PERUÍBE: Olá Rodolfo e Patrícia, meu nome é Diana, tenho 32 anos e moro em Peruíbe, litoral de São Paulo. Peruíbe, assim como as outras cidades próximas, são conhecidas pela aparição de discos voadores no céu. Eu sou uma pessoa bastante cética na parte espiritual, mas em alienígenas eu acredito mesmo, e o que eu vou contar só aumentou a minha crença.

Em 2017 eu tinha acabado de ter o meu primeiro filho, e estava em casa descansando, tendo ajuda do meu marido e da minha mãe, que veio passar um tempo comigo. Em uma noite, era mais ou menos perto da meia-noite, eu tinha acabado de fazer o bebê dormir e estava me preparando para deitar, quando decidi abrir a janela por causa do calor que fazia.

Quando olhei para fora, vi uma luz enorme no céu, muito grande mesmo, muito maior do que a lua, parada. A luz era azul claro, mas a parte debaixo piscava em vermelho. Fiquei tão maravilhada com aquilo que passei alguns minutos olhando. Quando pensei em pegar meu celular para registrar, a luz foi rapidamente se distanciando até sumir.

No outro dia, começou uma fofoca de que um disco voador tinha pousado em um terreno em um bairro próximo. Esse caso até chegou a sair em nos jornais e no Fantástico, mas como sempre, foi desmentido por “especialistas”. Eu sei o que eu vi naquela noite, não era um avião, um satélite ou uma alucinação minha, era um OVNI. Gosto muito do podcast, vocês têm uma voz muito agradável e levam sempre o caso a sério. Um abraço e até mais.


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