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  • Foto do escritorRodolfo Brenner

#75 - Relatos dos Ouvintes 2 | ESPECIAL DE HALLOWEEN

Nesse especial de Halloween, trouxemos a Carol do podcast Bizarrismos do podcast para ler as histórias arrepiantes que nossos ouvintes mandaram para nós. Ficou com medo? Aproveita para passar no podcast dele e ficar ainda mais!


Essa é a versão escrita do episódio #75 - Relatos dos Ouvintes 2:



• O LOBISOMEM DE TERRA SANTA: Olá, meu nome é Vanessa, moro em Belém, mas cresci no interior do Pará, na cidade de Terra Santa, uma vila que não tem nem 20 mil habitantes na divisa com o Amazonas. Quando eu era criança, eu morava com minha mãe, meus avós, uma tia, um tio e dois primos em um casa na Rodovia PA 441.Quando eu tinha 12 anos, no começo dos anos 2000, começou uma história de que tinha um lobisomem atacando na cidade: ele matava galinhas, cabras, cachorros e outros bichos, comia e deixava só os restos. Não foi só no meu bairro, mas era na cidade inteira. Os ataques aconteciam em dias de lua cheia, mas não lembro se era sempre na sexta. Como toda cidade do interior, não tinha nada para fazer e a gente ficava até tarde brincando na rua com as crianças que moravam perto. Naquela noite eu, meus primos e outras crianças do bairro estávamos brincando com uma bola quando minha vó chamou a gente para entrar. A gente disse que iria depois, e ela falou “pois cuidado com o lobisomem então”. Continuamos brincando, quando um dos meus primos, o Jonas, chutou a bola e ela foi pra dentro do mato. A gente ficou esperando ele ir buscar, mas ele disse que só iria se a gente fosse junto. Então fomos nós, umas 6 crianças, pegar a bendita bola.

Quando chegamos nela, ouvimos um barulho muito esquisito, não era exatamente um uivo, era um barulho de animal gritando, uma mistura de cachorro com porco. Eu peguei a bola e disse pra gente ir embora, porque poderia ser algum bicho. Na metade do caminho, um dos meus vizinhos disse “o que é aquilo?” e todos viramos para ver: parado na rodovia estava uma coisa grande, peluda, deveria ter mais de 2 metros de altura, com olhos vermelhos. Não consegui ver o rosto, até porque a iluminação era bem precária. Todos nós saímos gritando até entrar na minha casa.

Quando entramos, minha família veio perguntar o que aconteceu, e foi aquela confusão para contar, todo mundo tentando dizer ao mesmo tempo. A gente ouviu novamente aquele barulho horrível e meu tio mandou a gente ficar em silêncio. Nós crianças corremos pra dentro do quarto e ficamos lá até alguém aparecer e mandar a gente sair. Meu tio levou os amiguinhos da rua pra casa deles e minha vó, que era muito católica, juntou a família e pediu pra gente rezar. Não lembro quando os ataques pararam, só lembro que fiquei com medo de sair de casa por muito tempo. É isso, gosto muito do podcast, um beijo e venham visitar a gente aqui no Pará e tomar um tacacá tal qual a Joelma, até mais.

• O HOMEM NO APARTAMENTO: Oi Rodolfo e Patrícia, como vocês estão? Primeiro queria dizer que adoro o podcast, comecei a ouvir há pouco tempo e quase maratonei todos os episódios! Me chamo Bia, sou de Curitiba e tenho 29 anos. Estudei no mesmo lugar que o Rodolfo no ensino médio, onde nos conhecemos. Já passei por alguns casos nessa vida, alguns mais sobrenaturais e outros mais "normais". Hoje vou trazer uma história de cada, pra dar uma equilibrada.

A primeira é a mais tensa e aconteceu no apartamento em que morei até alguns meses atrás. No verão deste ano fez muito calor, então em casa eu costumava andar com um shorts e um top de academia pelo apartamento. Eu morava em um condomínio que tem mais ou menos 10 blocos, em que cada bloco tem 4 andares. Eu morava no terceiro andar de um dos blocos, que fica parcialmente de frente para outro, de modo que é possível ver um pouco dentro dos outros apartamentos.

Em um final de tarde de sexta em que estava muito calor, eu estava com o modelito descrito acima caminhando pela casa, quando fui para o meu quarto dobrar algumas roupas. Enquanto eu dobrava, vi uma camiseta em cima da cama e não sei dizer porque, tive o impulso de vestir. No que terminei de vestir, ergui a cabeça olhando para o bloco da frente, especificamente para a janela da sala do quarto andar, e foi então que eu congelei: me deparei com um homem me encarando. Ele estava com apenas metade do rosto à mostra, como se tentasse se esconder, usava uma camisa azul e olhava fixamente pra mim. Na hora meu instinto foi fingir que não percebi e dar um passo para o lado, ficando atrás da cortina. Fora do campo de visão dele, meu coração disparou. Eu fiquei desesperada, não conseguia me mexer por ter medo de passar na janela e ele me ver de novo.

Meu noivo estava vindo passar o final de semana comigo, então fiquei escondida até ele chegar e contei o que aconteceu. Ele ficou chocado e na hora foi na janela procurar o vizinho, mas as luzes do estavam apagadas e não conseguimos ver mais ninguém no apartamento. O mais estranho é que mora um casal com a filha pequena, já estou aqui faz quase 2 anos e isso nunca tinha acontecido. O pior foi pensar que talvez ele já tenha me observado outras vezes, sem eu perceber. Depois de algumas semanas que passou o medo inicial, tentei encarar as janelas da casa dele para, no caso de vê-lo, erguer as duas mãos mostrando o dedo do meio e mandar algum xingamento, mas ele nunca mais apareceu na janela até eu me mudar. O mais estranho é que naquele andar morava um casal com uma criança pequena, mas na época desse acontecimento quase não víamos a mulher e a criança por lá.

• HISTÓRIA FOFA (RELATO TAMBÉM DA BIA): Minha primeira experiência sobrenatural que eu me lembro aconteceu com o meu avô, quando eu tinha 9 anos. Meus pais me tiveram quando eram muito novos e meu avô não deixou eles casarem, então fui criada junto com meus avós e tios. Quando eu tinha 8 ou 9 anos, minha mãe casou e fomos morar em outra casa. Na mesma época, meu avô sofreu um AVC. Me lembro que quando encontrei ele depois desse ocorrido era até difícil de reconhecê-lo pois ele não conseguia mais falar e mudou um pouco de expressão. Meu avô sempre foi uma figura paterna muito forte na minha vida, então foi assustador para mim vê-lo daquele jeito.

Uma noite, sonhei que estava na minha escola, em uma área em que eu passava o recreio brincando. De repente, meu avô apareceu no gramado e fui até ele. Ele me disse que estava ali para brincar comigo, e assim fizemos. Depois do que pareceu horas nos divertindo juntos, ele me disse que tinha vindo para se despedir de mim, e que estava na hora dele ir. Dei um abraço nele, e ele se foi.Nessa época eu morava com minha mãe e meu padrasto, e a mãe do meu padrasto passou um tempo na nossa casa para dar um apoio durante a doença do meu avô. Quando acordei, contei para essa "vódrasta", que estava dormindo no quarto comigo, o que havia sonhado e ela ficou muito impressionada, pois, naquele dia de manhã, um pouco antes de eu acordar, ligaram do hospital avisando que meu avô havia falecido.

Nos dias anteriores ele foi hospitalizado e teve uma trombose, a qual resultou em uma morte cerebral. Ficou para minha avó a decisão de desligar os aparelhos, pois ele não tinha mais chances de voltar.Depois desse sonho, 20 anos atrás, só sonhei mais duas vezes com ele: uma durante a minha adolescência, em que ele mandou uma mensagem de amor para a minha avó; outra durante a pandemia: nesse último sonho, vi que ele estava em um gramado olhando para um monte de areia que estava num formato cilíndrico, como se tivesse sido feito em um baldinho de areia daqueles de praia que as crianças usam para fazer castelinhos. Ele olhava atentamente, até que uma parte da areia afundou deixando no topo desse cilindro o desenho de uma espiral. Nesse momento ele começou a pular e comemorar, dizendo "vou ter uma netinha!".

Nessa época minha mãe estava grávida do meu irmão, então durante o próprio sonho, que foi um pouco lúcido, lembro de ter pensando “ué, mas minha mãe está grávida de um menino”. Também pensei que uma das minhas tias já não podia mais ter filhos, e então enxerguei a imagem de outra tia caminhando de costas em uma calçada. Quando acordei, contei o sonho para minha mãe, meu noivo e minha avó, que particularmente adorou (vó é vó, né?).Em torno de um mês e meio depois, minha tia me procurou dizendo que o período estava atrasado e estava desconfiada de uma gravidez, então contei meu sonho pra ela, que ficou chocada. Algum tempo depois, para a surpresa da minha família, descobriram que era uma menina e fizemos o cálculo da época que tive o sonho com o que minha tia engravidou, e provavelmente sonhei na semana em que ela estava sendo concebida.

Hoje minha prima tem 2 aninhos e de vez em quando lembramos do meu sonho profético. Detalhe: tenho mais 3 primos e não sonhei com a vinda de nenhum, só com a dessa última, que tem 27 anos de diferença de idade comigo e vai ser a última neta a nascer porque todo mundo na família já "fechou a fábrica". Espero que essa história tenha sido mais leve pra balancear com os casos mais tensos. Beijão e abraço pra vocês!

• PAPEL ALUMINIO: Prezados, meu nome é Júlio e ouço vocês aqui dos Estados Unidos. O que eu vou contar aconteceu quando eu era criança e morava na zona norte de São Paulo: eu vivia com meus pais e meu irmão em um apartamento pequeno, e o quarto que eu dividia com ele ficava em um corredor de frente para a cozinha. Lembro que era verão e que estava muito quente, dormimos com a janela aberta e um ventilador ligado.

Naquela noite eu acordei com meu irmão me cutucando e me chamando:

- Júlio, tem alguém na cozinha.

Eu, zonzo de sono, não entendi o que ele quis dizer de primeira, e foi quando ele repetiu:

- Tem alguém na cozinha.

O ventilador estava desligado e eu pude ouvir que realmente tinha alguém na cozinha, abrindo os armários e as gavetas, como se tivesse procurando alguma coisa. Aquele barulho ficou por alguns minutos, até que parou totalmente. Eu queria ir até lá para ver o que tinha acontecido, mas meu irmão não deixou. Ficamos ali em alerta no quarto, mas não ouvimos mais nada. Acabei pegando no sono e só acordei no outro dia, com a minha mãe gritando com a gente e perguntando quem tinha feito aquela bagunça. Nós levantamos e fomos até a cozinha, e vimos uma cena bizarra: alguém (ou alguma coisa) tinha pego o rolo de papel alumínio da gaveta e cortado em centenas de pedaços, que estavam espalhados não só pela cozinha, mas pela casa inteira, até no quarto dos meus pais.

Nós explicamos que não tinha sido a gente e que tinha alguém revirando a cozinha na noite anterior, mas ela não acreditou e tivemos que limpar a casa inteira. Nunca entendi o que foi aquilo e porque, de tantas coisas que poderia fazer, se limitou a fazer confete com papel alumínio. Sei que é um relato curto, mas foi a coisa mais bizarra que já me aconteceu. Gosto muito do podcast, sucesso para vocês!

• O NOME DO MEU FILHO: Olá galera do Clube dos Detetives, aqui é a Yana, sou de Recife e o caso aconteceu quando eu estava grávida do meu primeiro filho. Em 2018, fui fazer um exame de rotina e acabei desmaiando na hora de tirar o sangue. Quando voltei, a enfermeira perguntou várias coisas, entre elas, se eu estava grávida. Eu disse que não, não tinha tido enjoo, minha menstruação desceu normalmente e eu não estava com barriga. Ela insistiu para eu fazer um exame de farmácia e, para o meu espanto, deu positivo.

Quando meu marido soube, ficou super feliz. Logo começamos o acompanhamento e descobri que era um menino. Meu marido insistiu em colocar o nome do bebê de Elton, porque o pai dele era louco pelo Elton John, mas a minha sogra só teve um menino e não quis colocar esse nome. Eu acabei aceitando porque não tinha ideia do nome que queria colocar.

O meu médico se chamava Vitor, ele era bem jovem e absolutamente todo mundo gostava dele. Além de ser simpático, alegre, sorridente e educado, a sua consulta era impecável, ele perguntava bastante, te examinava, conversava não só comigo, mas também com meu marido. Ele tratava a gente de igual para igual, parecia um amigo, uma pessoa próxima. E não era só eu que achava isso, muita gente vinha de fora e queria ser paciente do Dr. Vitor.

Quando eu estava no 8º mês, tive mais uma consulta com ele, e ele lá com seu jeito simpático de sempre. Naquele dia eu levei um pedaço de bolo que minha mãe tinha feito, ele agradeceu e disse que iria comer mais tarde. Dois dias depois, estava em casa descansando quando uma conhecida minha que trabalhava no posto de saúde me ligou, chorando e falando “o Dr. Vitor, o Dr. Vitor”. Eu disse pra ela “calma mulher, se acalme primeiro, ou você vai me deixar nervosa também”. Entre um choro e uma respirada profunda, ela conseguiu me dizer: o Dr. Vitor tinha sido atropelado e morrido na hora. Eu fiquei boquiaberta, não sabia o que falar, o que fazer, até deixei o telefone cair da minha mão.

O velório dele estava lotado, o velório mais lotado que eu já vi na minha vida. Meu marido e minha mãe não queriam que eu fosse, mas eu disse que iria sim, eu queria agradecer por tudo que ele tinha feito por mim Naquele dia eu decidi que colocaria o nome do meu filho de Vitor em homenagem a ele. Meu marido concordou (mas tentou me convencer a colocar Elton Vitor primeiro). O Vitor nasceu perfeitamente saudável.

Quando ele estava com uns 4 meses, ele estava no berço enquanto eu estava deitada na cama perto dele. Minha irmã estava passando um tempo lá em casa para me ajudar e só tínhamos nós na casa. Acabei pegando no sono e quando acordei pouco tempo depois, vi ele, o Dr. Vitor, olhando meu filho no berço e sorrindo. Eu vi nitidamente. Na hora eu não fiquei com medo, ele sorriu pra mim e desapareceu. Chamei minha irmã pra contar o que tinha visto e ela, que é a pessoa mais medrosa que eu conheço, já começou a rezar. Essa foi a única vez que eu vi ele, acho que ele veio ver como a gente estava e agradecer pela homenagem que eu fiz. Esse é o meu relato, espero que tenham gostado, um abraço e sucesso.

• SONHOS PREMONITÓRIOS: Oi Clube! Meu nome é Mah, tenho 19 anos e sou do Rio de Janeiro. Bom, vamos lá. Quero começar contextualizando a história, já que tudo vem desde minha avó: ela era benzedeira e tinha muitas crenças, assim como consequentemente minha mãe e minhas tias também têm. Todas as minhas tias e minha mãe tem sonhos muito estranhos, geralmente quando pensam muito em uma pessoa (involuntariamente) ou sonham com ela morrendo, ou a pessoa está doente ou preste a morrer. Eu não acreditava muito nisso, embora tivesse acontecido comigo também quando eu era criança.

Quando eu tinha aproximadamente uns 5 anos, eu tinha uma gata chamada Jolie. Eu era apaixonada por ela, só que um dia eu tive um sonho muito estranho: sonhei com ela e minha avó em uma nuvem (minha avó tinha falecido anos antes) e ela dizia que minha gata estaria segura ali. Não entendi, mas achei muito legal ver minha avó feliz, até que dias depois, no dia do meu aniversário, atropelaram minha gatinha e jogaram na frente da minha casa. Fiquei muito assustada e triste. Porém depois disso, muitos anos se passaram e eu nunca mais tive nenhum sonho do tipo.

Até que com 14 anos, eu comecei a pensar muito no meu vizinho, sem motivo aparente, até porque eu não tinha nenhuma ligação com ele. Quando cheguei em casa, contei para minha mãe. Ela me contou que ele tinha sofrido um AVC e morrido naquele mesmo dia, nós ficamos assustadas e ela me pediu para que sempre que pensasse muito em alguém, que eu orasse para a pessoa ficar bem. Assim fiz, mas mais nada do tipo voltou a acontecer.

Até que em outubro de 2020, eu esta no quintal da minha casa, pegando meu coelho para doar para uma amiga da minha vizinha pois eu não podia mais cuidar. Me abaixei, peguei meu bichinho e me virei. Quando isso aconteceu, vi uma mulher forte, com os cabelos encaracolados usando uma roupa de hospital (aquelas que usamos quando vamos fazer cirurgia) na porta da minha vizinha me encarando, mas eu estava tão mal por estar abrindo mão do meu bichinho que nem associei. Quando cheguei no carro, comecei a pensar "pera, mas quem era aquela mulher?" Segui meu dia mas fiquei muito encucada.

Passou uma semana mais ou menos e o marido da minha vizinha, (a que morava na casa em que vi a mulher na frente), passou super mal e foi levado às pressas para o hospital. Como moramos no mesmo quintal, soube de imediato. Anos antes, eu notei que ele me olhava com malícia e acho que nunca torci tanto para que algo acontecesse para que ele não chegasse a me fazer nenhum mal, não me julguem, ele estava olhando desse jeito para uma adolescente de 14/15 anos, e o mal aconteceu, ele ficou doente e não saiu mais da cama pra nada. Nesse dia que ele passou mal eu tive certeza que aquela mulher queria me contar algo. Eu achava que ele iria morrer, porque como eu disse, minha família não tem bom histórico com aparições.

Durante a semana que ele estava internado, vi vultos, ouvi vozes e senti alguém tocar minhas costas muitas vezes, eu estava apavorada. Até que depois de algumas semanas, ele voltou para casa e está estável até hoje. Porém desde aquele dia é algo bem comum que eu veja vultos e sinta alguém me tocando, mas nunca me fizeram nenhum mal. A mais recorrente é uma sombra preta que sempre vejo na frente da porta da minha laje, onde meses atrás infelizmente houve um acidente seguido de falecimento. Hoje em dia não tenho mais medo, apenas às vezes. Mas sempre oro e tento focar em coisas boas quando acontece.


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2 Comments


kalline207
Mar 03

SEGUNDA PARTE DA HISTÓRIA

Depois de alguns dias, começou a acontecer negócio de alunos encontrados mortos dentro da enfermaria da escola ou em um dos quartos da escola e enquanto os alunos dormem lá(essa escola é um colégio interno) sentiam toques de mãos invisíveis e enjôos que ninguém quis estudar na escola e o colégio foi abandonado no ano seguinte.

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kalline207
Mar 02

Eu tenho relato também, se vcs quiserem postar podem postar

O FANTASMA DE MINHA EX-AMIGA

Meu nome é Ioana e tenho 97 anos, vou fazer 98 anos em maio e a história começa quando eu volto da Europa em 1972 com minhas 3 filhas e um dia(já era 1973) eu estava andando numa rua de São Paulo e vi minha amiga de adolescência em um lugar da rua e eu fui dar um "oi", só que quando eu toquei nela ela me bateu, me maltratou e me ameaçou dizendo que sabe o meu endereço e que ia matar minha família inteira e nesse mesmo dia ela sequestrou minhas 3 filhas e as encontrei 3 dias depois(elas sobreviveram) e eu e…

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